Sábado, 20 de Abril de 2013

Ensaio Sensual da Shirley Kolesne


Fotos da modelo  Shirley Kolesne 
Shirley Kolesne - A nova Bella da Semana é um furacão! Gaúcha, Shirley Kolesne não pára um minuto. Ela faz dança, musculação, natação e boxe, além de mexer com a imaginação masculina sem nenhum pudor. Essa, aliás, deve ser a especialidade da loira de 1,68m! Só para ilustrar, Shirley disse o seguinte à nossa equipe: Gostou muito das experiências que teve com outras mulheres. Curte sexo em qualquer circunstância. Nunca diz nunca.
Data e local de nascimento: 04 de setembro de 1980, em Jaguari (RS).
Cidade onde mora: Porto Alegre (RS).

Medidas
Altura: 1,68m.
Quadril: 102cm.
Cintura: 69cm.
Busto: 98cm.
Pés: 38.

Que outros trabalhos você fez como modelo?
 Já fiz desfiles, eventos e produções.

Como foi o início da sua carreira? Desde cedo já sabia o que queria fazer, sempre tive facilidade e destreza para lidar com pessoas. Escolhi a área da beleza porque amo as transformações que podemos alcançar nos cabelos e maquiagens, por exemplo. É muito facil trabalhar com o que se gosta.

Quais seus objetivos profissionais agora? Desempenhar meu trabalho nos lugares mais tops do brasil!

O que você faz quando não tem ninguém olhando? Gosto de ficar à vontade em casa, de preferência sem roupas...

Nunca quis ficar com uma mulher? Sim, já tive experiência com outras mulheres e gostei muito! (risos)

Você sempre se dá bem com os homens? Muito bem! A gente  chega de mansinho e consegue aos poucos enfeitiçá-los (risos). Afinal de contas, o que seria das mulheres sem os homens?

O que te desanima na cama? Sexo ensaiado.

Pratica algum esporte? Dança, natação, boxe e musculação.

Que poderes especiais você gostaria de ter? Voar! Sonho às vezes que estou voando, é uma sensação inenarrável.

Em que tipo de situação você se sente mais sexy? Vestindo lingerie e salto alto.

Você lembra do seu primeiro beijo? Lembro, eu tinha 15 anos e foi com meu colega de aula. Tentamos nos beijar, foi uma tragédia! (risos)

Você é capaz de tudo quando está apaixonada? Sim, sou muito intensa! Gosto de surpreender.

Me chama que eu vou: para uma balada!

Eu nunca: digo nunca.

Para você, sexo é: o principal.

Sexo proibido é mais gostoso? Sexo é gostoso em todas as circunstâncias e quando ambos estão de acordo, claro.

Uma loucura: dei de presente para um namorado uma amiga, foi bem divertido!

Comida: que seja feita especialmente para mim!

Bebida: amarula licor.

Música: eletrônica.

Filme: drama romântico.

Cor: o arco-íris inteiro!

Roupas: as que valorizam meu corpo.

Uma conquista importante: meu apartamento e meu trabalho.

Uma mensagem aos fãs do Bella da Semana: este ensaio foi feito especialmente para minha satisfação pessoal. Estou muito empolgada em poder dividir este presente com os fãs do Bella da Semana, espero que gostem! Beijos, Shirley Kolesne. 


publicado por radiomaisto às 17:55
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Ensaio Sensual da Shirley Kolesne


Fotos da modelo  Shirley Kolesne 
Shirley Kolesne - A nova Bella da Semana é um furacão! Gaúcha, Shirley Kolesne não pára um minuto. Ela faz dança, musculação, natação e boxe, além de mexer com a imaginação masculina sem nenhum pudor. Essa, aliás, deve ser a especialidade da loira de 1,68m! Só para ilustrar, Shirley disse o seguinte à nossa equipe: Gostou muito das experiências que teve com outras mulheres. Curte sexo em qualquer circunstância. Nunca diz nunca.
Data e local de nascimento: 04 de setembro de 1980, em Jaguari (RS).
Cidade onde mora: Porto Alegre (RS).

Medidas
Altura: 1,68m.
Quadril: 102cm.
Cintura: 69cm.
Busto: 98cm.
Pés: 38.

Que outros trabalhos você fez como modelo?
 Já fiz desfiles, eventos e produções.

Como foi o início da sua carreira? Desde cedo já sabia o que queria fazer, sempre tive facilidade e destreza para lidar com pessoas. Escolhi a área da beleza porque amo as transformações que podemos alcançar nos cabelos e maquiagens, por exemplo. É muito facil trabalhar com o que se gosta.

Quais seus objetivos profissionais agora? Desempenhar meu trabalho nos lugares mais tops do brasil!

O que você faz quando não tem ninguém olhando? Gosto de ficar à vontade em casa, de preferência sem roupas...

Nunca quis ficar com uma mulher? Sim, já tive experiência com outras mulheres e gostei muito! (risos)

Você sempre se dá bem com os homens? Muito bem! A gente  chega de mansinho e consegue aos poucos enfeitiçá-los (risos). Afinal de contas, o que seria das mulheres sem os homens?

O que te desanima na cama? Sexo ensaiado.

Pratica algum esporte? Dança, natação, boxe e musculação.

Que poderes especiais você gostaria de ter? Voar! Sonho às vezes que estou voando, é uma sensação inenarrável.

Em que tipo de situação você se sente mais sexy? Vestindo lingerie e salto alto.

Você lembra do seu primeiro beijo? Lembro, eu tinha 15 anos e foi com meu colega de aula. Tentamos nos beijar, foi uma tragédia! (risos)

Você é capaz de tudo quando está apaixonada? Sim, sou muito intensa! Gosto de surpreender.

Me chama que eu vou: para uma balada!

Eu nunca: digo nunca.

Para você, sexo é: o principal.

Sexo proibido é mais gostoso? Sexo é gostoso em todas as circunstâncias e quando ambos estão de acordo, claro.

Uma loucura: dei de presente para um namorado uma amiga, foi bem divertido!

Comida: que seja feita especialmente para mim!

Bebida: amarula licor.

Música: eletrônica.

Filme: drama romântico.

Cor: o arco-íris inteiro!

Roupas: as que valorizam meu corpo.

Uma conquista importante: meu apartamento e meu trabalho.

Uma mensagem aos fãs do Bella da Semana: este ensaio foi feito especialmente para minha satisfação pessoal. Estou muito empolgada em poder dividir este presente com os fãs do Bella da Semana, espero que gostem! Beijos, Shirley Kolesne. 


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Quarta-feira, 17 de Abril de 2013

História e ciência derrubam o mito das oito horas de sono


Evidências sugerem que dormir durante 8 horas pode não ser a melhor maneira de descansar.
Você sabe quantas horas deve dormir por noite? Normalmente, a recomendação é de oito horas, de preferência ininterruptas, certo? Mas você sabia que nem sempre foi assim?
O historiador norte-americano Roger Ekrich, depois de 16 anos pesquisando documentos e referências históricas que remontam desde a antiguidade, apresentou um trabalho onde afirma que as pessoas costumavam dividir suas noites de sono em dois períodos de quatro horas.
De acordo com os documentos que Ekrich encontrou — mais de 500 —, ele descobriu que o normal era de que as pessoas se deitassem duas horas após o pôr do sol. Depois de quatro horas, se despertavam, saiam para caminhar ou realizavam qualquer atividade durante uma ou duas horas, voltando a dormir por mais quatro horas, em um padrão de sono dividido em dois turnos.
O que mais surpreendeu o historiador não foi o enorme número de referências a este padrão de sono, mas o fato de ser mencionado como algo absolutamente normal, como se essa fosse a maneira que todos dormiam.

Descanso entre os sonos

Durante o intervalo entre os turnos de sono, as pessoas costumavam ser muito ativas: era durante esse período que se levantavam para ir ao banheiro, fumar e até mesmo visitar os vizinhos; muitos permaneciam em suas camas lendo, conversando ou fazendo... Coisas mais interessantes com seus parceiros.
O sexo durante esse intervalo, inclusive, era uma recomendação médica. Um manual do século 16 aconselhava os casais a praticarem sexo durante esse tempo, pois estariam mais descansados das atividades cotidianas, e ainda teriam tempo para descansar depois do ato.

Fim do intervalo

Você já percebeu que muitos de nós temos problemas de sono, acordando várias vezes durante a noite? Os cientistas sugerem que isso poderia estar relacionado ao novo padrão de sono imposto de oito horas ininterruptas, que seria antinatural. E mais: eles também sugerem que este padrão que nos foi forçado pode inclusive estar interferindo na capacidade natural que os humanos têm de regular o estresse.
Antigamente, as pessoas utilizavam o intervalo entre os sonos para meditar e relaxar e, de acordo com os especialistas, não é uma surpresa que os níveis de estresse, ansiedade, depressão, alcoolismo e abuso de drogas tenham aumentado tanto na vida moderna.
Portanto, se você é daqueles que se despertam no meio da noite, não se desespere. Tente encarar o sono como os nossos ancestrais, relaxando ou meditando um pouco. Quem sabe essa não seja mesmo a melhor forma de descansar.

Noticia retirada do Megacurioso

publicado por radiomaisto às 04:34
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História e ciência derrubam o mito das oito horas de sono


Evidências sugerem que dormir durante 8 horas pode não ser a melhor maneira de descansar.
Você sabe quantas horas deve dormir por noite? Normalmente, a recomendação é de oito horas, de preferência ininterruptas, certo? Mas você sabia que nem sempre foi assim?
O historiador norte-americano Roger Ekrich, depois de 16 anos pesquisando documentos e referências históricas que remontam desde a antiguidade, apresentou um trabalho onde afirma que as pessoas costumavam dividir suas noites de sono em dois períodos de quatro horas.
De acordo com os documentos que Ekrich encontrou — mais de 500 —, ele descobriu que o normal era de que as pessoas se deitassem duas horas após o pôr do sol. Depois de quatro horas, se despertavam, saiam para caminhar ou realizavam qualquer atividade durante uma ou duas horas, voltando a dormir por mais quatro horas, em um padrão de sono dividido em dois turnos.
O que mais surpreendeu o historiador não foi o enorme número de referências a este padrão de sono, mas o fato de ser mencionado como algo absolutamente normal, como se essa fosse a maneira que todos dormiam.

Descanso entre os sonos

Durante o intervalo entre os turnos de sono, as pessoas costumavam ser muito ativas: era durante esse período que se levantavam para ir ao banheiro, fumar e até mesmo visitar os vizinhos; muitos permaneciam em suas camas lendo, conversando ou fazendo... Coisas mais interessantes com seus parceiros.
O sexo durante esse intervalo, inclusive, era uma recomendação médica. Um manual do século 16 aconselhava os casais a praticarem sexo durante esse tempo, pois estariam mais descansados das atividades cotidianas, e ainda teriam tempo para descansar depois do ato.

Fim do intervalo

Você já percebeu que muitos de nós temos problemas de sono, acordando várias vezes durante a noite? Os cientistas sugerem que isso poderia estar relacionado ao novo padrão de sono imposto de oito horas ininterruptas, que seria antinatural. E mais: eles também sugerem que este padrão que nos foi forçado pode inclusive estar interferindo na capacidade natural que os humanos têm de regular o estresse.
Antigamente, as pessoas utilizavam o intervalo entre os sonos para meditar e relaxar e, de acordo com os especialistas, não é uma surpresa que os níveis de estresse, ansiedade, depressão, alcoolismo e abuso de drogas tenham aumentado tanto na vida moderna.
Portanto, se você é daqueles que se despertam no meio da noite, não se desespere. Tente encarar o sono como os nossos ancestrais, relaxando ou meditando um pouco. Quem sabe essa não seja mesmo a melhor forma de descansar.

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História e ciência derrubam o mito das oito horas de sono


Evidências sugerem que dormir durante 8 horas pode não ser a melhor maneira de descansar.
Você sabe quantas horas deve dormir por noite? Normalmente, a recomendação é de oito horas, de preferência ininterruptas, certo? Mas você sabia que nem sempre foi assim?
O historiador norte-americano Roger Ekrich, depois de 16 anos pesquisando documentos e referências históricas que remontam desde a antiguidade, apresentou um trabalho onde afirma que as pessoas costumavam dividir suas noites de sono em dois períodos de quatro horas.
De acordo com os documentos que Ekrich encontrou — mais de 500 —, ele descobriu que o normal era de que as pessoas se deitassem duas horas após o pôr do sol. Depois de quatro horas, se despertavam, saiam para caminhar ou realizavam qualquer atividade durante uma ou duas horas, voltando a dormir por mais quatro horas, em um padrão de sono dividido em dois turnos.
O que mais surpreendeu o historiador não foi o enorme número de referências a este padrão de sono, mas o fato de ser mencionado como algo absolutamente normal, como se essa fosse a maneira que todos dormiam.

Descanso entre os sonos

Durante o intervalo entre os turnos de sono, as pessoas costumavam ser muito ativas: era durante esse período que se levantavam para ir ao banheiro, fumar e até mesmo visitar os vizinhos; muitos permaneciam em suas camas lendo, conversando ou fazendo... Coisas mais interessantes com seus parceiros.
O sexo durante esse intervalo, inclusive, era uma recomendação médica. Um manual do século 16 aconselhava os casais a praticarem sexo durante esse tempo, pois estariam mais descansados das atividades cotidianas, e ainda teriam tempo para descansar depois do ato.

Fim do intervalo

Você já percebeu que muitos de nós temos problemas de sono, acordando várias vezes durante a noite? Os cientistas sugerem que isso poderia estar relacionado ao novo padrão de sono imposto de oito horas ininterruptas, que seria antinatural. E mais: eles também sugerem que este padrão que nos foi forçado pode inclusive estar interferindo na capacidade natural que os humanos têm de regular o estresse.
Antigamente, as pessoas utilizavam o intervalo entre os sonos para meditar e relaxar e, de acordo com os especialistas, não é uma surpresa que os níveis de estresse, ansiedade, depressão, alcoolismo e abuso de drogas tenham aumentado tanto na vida moderna.
Portanto, se você é daqueles que se despertam no meio da noite, não se desespere. Tente encarar o sono como os nossos ancestrais, relaxando ou meditando um pouco. Quem sabe essa não seja mesmo a melhor forma de descansar.

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Evidências sugerem que dormir durante 8 horas pode não ser a melhor maneira de descansar.
Você sabe quantas horas deve dormir por noite? Normalmente, a recomendação é de oito horas, de preferência ininterruptas, certo? Mas você sabia que nem sempre foi assim?
O historiador norte-americano Roger Ekrich, depois de 16 anos pesquisando documentos e referências históricas que remontam desde a antiguidade, apresentou um trabalho onde afirma que as pessoas costumavam dividir suas noites de sono em dois períodos de quatro horas.
De acordo com os documentos que Ekrich encontrou — mais de 500 —, ele descobriu que o normal era de que as pessoas se deitassem duas horas após o pôr do sol. Depois de quatro horas, se despertavam, saiam para caminhar ou realizavam qualquer atividade durante uma ou duas horas, voltando a dormir por mais quatro horas, em um padrão de sono dividido em dois turnos.
O que mais surpreendeu o historiador não foi o enorme número de referências a este padrão de sono, mas o fato de ser mencionado como algo absolutamente normal, como se essa fosse a maneira que todos dormiam.

Descanso entre os sonos

Durante o intervalo entre os turnos de sono, as pessoas costumavam ser muito ativas: era durante esse período que se levantavam para ir ao banheiro, fumar e até mesmo visitar os vizinhos; muitos permaneciam em suas camas lendo, conversando ou fazendo... Coisas mais interessantes com seus parceiros.
O sexo durante esse intervalo, inclusive, era uma recomendação médica. Um manual do século 16 aconselhava os casais a praticarem sexo durante esse tempo, pois estariam mais descansados das atividades cotidianas, e ainda teriam tempo para descansar depois do ato.

Fim do intervalo

Você já percebeu que muitos de nós temos problemas de sono, acordando várias vezes durante a noite? Os cientistas sugerem que isso poderia estar relacionado ao novo padrão de sono imposto de oito horas ininterruptas, que seria antinatural. E mais: eles também sugerem que este padrão que nos foi forçado pode inclusive estar interferindo na capacidade natural que os humanos têm de regular o estresse.
Antigamente, as pessoas utilizavam o intervalo entre os sonos para meditar e relaxar e, de acordo com os especialistas, não é uma surpresa que os níveis de estresse, ansiedade, depressão, alcoolismo e abuso de drogas tenham aumentado tanto na vida moderna.
Portanto, se você é daqueles que se despertam no meio da noite, não se desespere. Tente encarar o sono como os nossos ancestrais, relaxando ou meditando um pouco. Quem sabe essa não seja mesmo a melhor forma de descansar.

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Segunda-feira, 15 de Abril de 2013

Será que as calorias informadas nas embalagens de alimentos estão corretas?


Será que as calorias informadas nas embalagens de alimentos estão corretas?
Diferenças entre os dados nutricionais informados e os reais podem enganar os consumidores.
Se você é do tipo que cuida da alimentação e se preocupa com a quantidade de calorias que consome, alguma vez se perguntou se as informações nutricionais presentes nas embalagens dos alimentos — ou até mesmo nos cardápios de alguns restaurantes — estão corretas? O pessoal do The New York Times decidiu averiguar, descobrindo que, provavelmente, estamos consumindo sem saber muito mais calorias do que pensamos.
Cinco alimentos corriqueiros (um muffin, um burrito, um sanduíche natural, um lanche da Subway e um Frappuccino da Starbucks), que poderiam ser facilmente consumidos em um único dia por um habitante de Nova York, foram levados ao laboratório. Os produtos passaram por alguns testes de precisão para que a quantidade real de calorias fosse determinada e, então, comparada com as informações nutricionais presentes nas embalagens.

Discrepâncias calóricas

Quatro dos cinco alimentos testados apresentaram dados discrepantes, e a soma de todos eles resultou em uma quantidade sobressalente de 550 calorias! E se você pensa que essa diferença é pouca coisa, para que você tenha uma ideia ela equivale a um quarteirão com queijo do McDonald’s, dois hambúrgueres simples, duas barras de chocolate pequenas ou duas rosquinhas com cobertura de chocolate. Ou seja, más notícias para quem está de dieta.
O único dos candidatos testados em laboratório que apresentou um número de calorias ligeiramente abaixo do informado foi o lanche da Subway. Todos os demais produtos tiveram resultados discrepantes, e o sanduíche natural apresentou o dobro de calorias do que o informado. Confira os resultados dos testes abaixo:
  • Muffin de banana e frutos secos:  calorias informadas = 640 / calorias reais = 734,7;
  • Frappuccino grande, com chantilly: calorias informadas = 370 / calorias reais = 392,9;
  • Burrito: calorias informadas = 1175 / calorias reais = 1295;
  • Lanche da Subway: calorias informadas = 360 / calorias reais = 350,8;
  • Sanduíche natural: calorias informadas = 228 / calorias reais = 548,4 (quase a mesma quantidade de calorias presentes em um Big Mac!).

Falta de controle e precisão

Segundo a publicação, o problema parece estar na falta de um sistema confiável – e fiscalização por parte dos órgãos pertinentes – na hora de estabelecer as quantidades de calorias presentes em um produto. Enquanto algumas companhias realizam testes rigorosos e precisos, a grande maioria utiliza métodos bem menos confiáveis, somando na ponta do lápis as calorias de cada ingrediente ou, ainda pior, simplesmente inventando um número qualquer.
Para aqueles que seguem dietas e contam a quantidade de calorias para se manter na linha, a verdade é que essas pessoas podem estar consumindo muito mais do que pensam. Já os que não estão muito preocupados com isso, esses sim provavelmente estão consumindo muito mais do que deveriam.
Noticia retirada do Megacurioso

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Será que as calorias informadas nas embalagens de alimentos estão corretas?


Será que as calorias informadas nas embalagens de alimentos estão corretas?
Diferenças entre os dados nutricionais informados e os reais podem enganar os consumidores.
Se você é do tipo que cuida da alimentação e se preocupa com a quantidade de calorias que consome, alguma vez se perguntou se as informações nutricionais presentes nas embalagens dos alimentos — ou até mesmo nos cardápios de alguns restaurantes — estão corretas? O pessoal do The New York Times decidiu averiguar, descobrindo que, provavelmente, estamos consumindo sem saber muito mais calorias do que pensamos.
Cinco alimentos corriqueiros (um muffin, um burrito, um sanduíche natural, um lanche da Subway e um Frappuccino da Starbucks), que poderiam ser facilmente consumidos em um único dia por um habitante de Nova York, foram levados ao laboratório. Os produtos passaram por alguns testes de precisão para que a quantidade real de calorias fosse determinada e, então, comparada com as informações nutricionais presentes nas embalagens.

Discrepâncias calóricas

Quatro dos cinco alimentos testados apresentaram dados discrepantes, e a soma de todos eles resultou em uma quantidade sobressalente de 550 calorias! E se você pensa que essa diferença é pouca coisa, para que você tenha uma ideia ela equivale a um quarteirão com queijo do McDonald’s, dois hambúrgueres simples, duas barras de chocolate pequenas ou duas rosquinhas com cobertura de chocolate. Ou seja, más notícias para quem está de dieta.
O único dos candidatos testados em laboratório que apresentou um número de calorias ligeiramente abaixo do informado foi o lanche da Subway. Todos os demais produtos tiveram resultados discrepantes, e o sanduíche natural apresentou o dobro de calorias do que o informado. Confira os resultados dos testes abaixo:
  • Muffin de banana e frutos secos:  calorias informadas = 640 / calorias reais = 734,7;
  • Frappuccino grande, com chantilly: calorias informadas = 370 / calorias reais = 392,9;
  • Burrito: calorias informadas = 1175 / calorias reais = 1295;
  • Lanche da Subway: calorias informadas = 360 / calorias reais = 350,8;
  • Sanduíche natural: calorias informadas = 228 / calorias reais = 548,4 (quase a mesma quantidade de calorias presentes em um Big Mac!).

Falta de controle e precisão

Segundo a publicação, o problema parece estar na falta de um sistema confiável – e fiscalização por parte dos órgãos pertinentes – na hora de estabelecer as quantidades de calorias presentes em um produto. Enquanto algumas companhias realizam testes rigorosos e precisos, a grande maioria utiliza métodos bem menos confiáveis, somando na ponta do lápis as calorias de cada ingrediente ou, ainda pior, simplesmente inventando um número qualquer.
Para aqueles que seguem dietas e contam a quantidade de calorias para se manter na linha, a verdade é que essas pessoas podem estar consumindo muito mais do que pensam. Já os que não estão muito preocupados com isso, esses sim provavelmente estão consumindo muito mais do que deveriam.
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Será que as calorias informadas nas embalagens de alimentos estão corretas?
Diferenças entre os dados nutricionais informados e os reais podem enganar os consumidores.
Se você é do tipo que cuida da alimentação e se preocupa com a quantidade de calorias que consome, alguma vez se perguntou se as informações nutricionais presentes nas embalagens dos alimentos — ou até mesmo nos cardápios de alguns restaurantes — estão corretas? O pessoal do The New York Times decidiu averiguar, descobrindo que, provavelmente, estamos consumindo sem saber muito mais calorias do que pensamos.
Cinco alimentos corriqueiros (um muffin, um burrito, um sanduíche natural, um lanche da Subway e um Frappuccino da Starbucks), que poderiam ser facilmente consumidos em um único dia por um habitante de Nova York, foram levados ao laboratório. Os produtos passaram por alguns testes de precisão para que a quantidade real de calorias fosse determinada e, então, comparada com as informações nutricionais presentes nas embalagens.

Discrepâncias calóricas

Quatro dos cinco alimentos testados apresentaram dados discrepantes, e a soma de todos eles resultou em uma quantidade sobressalente de 550 calorias! E se você pensa que essa diferença é pouca coisa, para que você tenha uma ideia ela equivale a um quarteirão com queijo do McDonald’s, dois hambúrgueres simples, duas barras de chocolate pequenas ou duas rosquinhas com cobertura de chocolate. Ou seja, más notícias para quem está de dieta.
O único dos candidatos testados em laboratório que apresentou um número de calorias ligeiramente abaixo do informado foi o lanche da Subway. Todos os demais produtos tiveram resultados discrepantes, e o sanduíche natural apresentou o dobro de calorias do que o informado. Confira os resultados dos testes abaixo:
  • Muffin de banana e frutos secos:  calorias informadas = 640 / calorias reais = 734,7;
  • Frappuccino grande, com chantilly: calorias informadas = 370 / calorias reais = 392,9;
  • Burrito: calorias informadas = 1175 / calorias reais = 1295;
  • Lanche da Subway: calorias informadas = 360 / calorias reais = 350,8;
  • Sanduíche natural: calorias informadas = 228 / calorias reais = 548,4 (quase a mesma quantidade de calorias presentes em um Big Mac!).

Falta de controle e precisão

Segundo a publicação, o problema parece estar na falta de um sistema confiável – e fiscalização por parte dos órgãos pertinentes – na hora de estabelecer as quantidades de calorias presentes em um produto. Enquanto algumas companhias realizam testes rigorosos e precisos, a grande maioria utiliza métodos bem menos confiáveis, somando na ponta do lápis as calorias de cada ingrediente ou, ainda pior, simplesmente inventando um número qualquer.
Para aqueles que seguem dietas e contam a quantidade de calorias para se manter na linha, a verdade é que essas pessoas podem estar consumindo muito mais do que pensam. Já os que não estão muito preocupados com isso, esses sim provavelmente estão consumindo muito mais do que deveriam.
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Será que as calorias informadas nas embalagens de alimentos estão corretas?
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Se você é do tipo que cuida da alimentação e se preocupa com a quantidade de calorias que consome, alguma vez se perguntou se as informações nutricionais presentes nas embalagens dos alimentos — ou até mesmo nos cardápios de alguns restaurantes — estão corretas? O pessoal do The New York Times decidiu averiguar, descobrindo que, provavelmente, estamos consumindo sem saber muito mais calorias do que pensamos.
Cinco alimentos corriqueiros (um muffin, um burrito, um sanduíche natural, um lanche da Subway e um Frappuccino da Starbucks), que poderiam ser facilmente consumidos em um único dia por um habitante de Nova York, foram levados ao laboratório. Os produtos passaram por alguns testes de precisão para que a quantidade real de calorias fosse determinada e, então, comparada com as informações nutricionais presentes nas embalagens.

Discrepâncias calóricas

Quatro dos cinco alimentos testados apresentaram dados discrepantes, e a soma de todos eles resultou em uma quantidade sobressalente de 550 calorias! E se você pensa que essa diferença é pouca coisa, para que você tenha uma ideia ela equivale a um quarteirão com queijo do McDonald’s, dois hambúrgueres simples, duas barras de chocolate pequenas ou duas rosquinhas com cobertura de chocolate. Ou seja, más notícias para quem está de dieta.
O único dos candidatos testados em laboratório que apresentou um número de calorias ligeiramente abaixo do informado foi o lanche da Subway. Todos os demais produtos tiveram resultados discrepantes, e o sanduíche natural apresentou o dobro de calorias do que o informado. Confira os resultados dos testes abaixo:
  • Muffin de banana e frutos secos:  calorias informadas = 640 / calorias reais = 734,7;
  • Frappuccino grande, com chantilly: calorias informadas = 370 / calorias reais = 392,9;
  • Burrito: calorias informadas = 1175 / calorias reais = 1295;
  • Lanche da Subway: calorias informadas = 360 / calorias reais = 350,8;
  • Sanduíche natural: calorias informadas = 228 / calorias reais = 548,4 (quase a mesma quantidade de calorias presentes em um Big Mac!).

Falta de controle e precisão

Segundo a publicação, o problema parece estar na falta de um sistema confiável – e fiscalização por parte dos órgãos pertinentes – na hora de estabelecer as quantidades de calorias presentes em um produto. Enquanto algumas companhias realizam testes rigorosos e precisos, a grande maioria utiliza métodos bem menos confiáveis, somando na ponta do lápis as calorias de cada ingrediente ou, ainda pior, simplesmente inventando um número qualquer.
Para aqueles que seguem dietas e contam a quantidade de calorias para se manter na linha, a verdade é que essas pessoas podem estar consumindo muito mais do que pensam. Já os que não estão muito preocupados com isso, esses sim provavelmente estão consumindo muito mais do que deveriam.
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